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Defesa alega alienação parental em processo de violência contra crianças no Rio de Janeiro

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Defesa alega alienação parental em processo de violência contra crianças no Rio de Janeiro

O processo teve início em março de 2025, quando a mãe das crianças e profissionais de saúde identificaram lesões nas partes íntimas das meninas, além de sinais de medo e comportamentos compatíveis com situação de violência.


A investigação passou a ser conduzida pelas autoridades do Rio de Janeiro, que apuram as circunstâncias das denúncias e analisam os elementos reunidos ao longo do inquérito.


O relatório foi elaborado pelo Núcleo de Atendimento à Criança e Adolescente (NACA) e acatado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e pela juíza de direito Bruna Hayar Fuscella, que autorizou a prisão do acusado em 1º de outubro.


Atualmente, o acusado responde em liberdade após decisão liminar da desembargadora Gizelda Leitão Teixeira. O MPRJ e as autoridades policiais manifestaram-se contra essa decisão, devido à gravidade dos fatos.


O julgamento do habeas corpus ocorre em meio a debates sobre a validade das provas e dos laudos produzidos durante a investigação. Até o momento, não houve decisão definitiva da Corte sobre o pedido da defesa.




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