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Operação Carbono Oculto identifica seis fintechs ligadas ao crime organizado

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Operação Carbono Oculto identifica seis fintechs ligadas ao crime organizado

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou que a segunda etapa da Operação Carbono Oculto identificou seis fintechs envolvidas com o crime organizado. Essas empresas movimentaram R$ 26 bilhões nos últimos anos e passaram a ser investigadas após informações recebidas pela Receita Federal em meados de 2025.


A operação foi deflagrada em cinco estados, com a execução de quase 60 mandados de busca.


Além disso, a Receita Federal detectou o uso de criptoativos para lavagem de dinheiro, o que levou a investigação a incorporar o rastreamento de operações digitais e estruturas financeiras destinadas a ocultar recursos.


Até o momento, não foram divulgados os nomes das fintechs investigadas, os estados envolvidos, os combustíveis relacionados nem o período exato da movimentação financeira. Também não há informações sobre possíveis impactos na distribuição de combustíveis, abastecimento ou preços.


Esses detalhes são importantes para cadeias produtivas que dependem de diesel, frete e energia, mas ainda não há dados oficiais suficientes para avaliar efeitos práticos imediatos. O mercado acompanha a operação devido ao alto fluxo financeiro, à fiscalização tributária e ao uso potencial de criptoativos em esquemas de lavagem.


O avanço da investigação depende da divulgação de novos dados oficiais sobre as empresas, seus vínculos operacionais e a dimensão setorial do caso. Sem essas informações, não é possível avaliar tecnicamente os desdobramentos sobre abastecimento, preços ou custos para as cadeias econômicas dependentes de combustíveis.




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