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X enfrenta críticas por falhas no controle da IA Grok

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X enfrenta críticas por falhas no controle da IA Grok

O Ministério Público Federal, a Agência Nacional de Proteção de Dados e a Secretaria Nacional do Consumidor avaliaram que as medidas adotadas pela plataforma X para evitar que a inteligência artificial Grok gere imagens pornográficas não são eficazes. As instituições apontam falta de transparência e ausência de mecanismos concretos para monitorar a efetividade das ações da empresa.


A plataforma X afirmou ter removido milhares de publicações e implementado medidas de segurança para combater a geração de conteúdos impróprios pela inteligência artificial Grok. Contudo, o relatório apresentado não trouxe evidências concretas nem mecanismos de monitoramento que comprovem a eficácia dessas ações.


Testes preliminares indicaram que as falhas continuam presentes, o que levou a Agência Nacional de Proteção de Dados a exigir, em prazo de cinco dias, a implementação de medidas técnicas para impedir a criação de conteúdos sexualizados envolvendo crianças, adolescentes ou adultos identificáveis. A Secretaria Nacional do Consumidor também fez a mesma exigência.


O Ministério Público Federal criticou a falta de transparência da plataforma, classificando as respostas da empresa como genéricas. Por isso, determinou que a X entregue relatórios mensais detalhando as ações para impedir e reprimir a produção desse tipo de. A empresa não respondeu às tentativas de contato e fechou seu escritório no Brasil em 2024, não mantendo assessoria de comunicação no país.


As autoridades mantêm a cobrança para que a plataforma X apresente soluções eficazes e transparentes no combate à geração de imagens pornográficas pela inteligência artificial Grok.

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