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EUA ampliam uso de inteligência artificial nas forças armadas

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EUA ampliam uso de inteligência artificial nas forças armadas

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos firmou acordos com sete empresas de tecnologia para expandir o uso de inteligência artificial nas forças armadas. Entre as companhias estão Google, Microsoft, OpenAI e Amazon Web Services, com o objetivo de acelerar a análise de dados e melhorar decisões em cenários de conflito.


As ferramentas de inteligência artificial já são utilizadas para automatizar tarefas, organizar informações e apoiar planejamentos militares. A iniciativa busca aumentar a eficiência e a rapidez das operações militares diante de grandes volumes de dados.


No Mar Mediterrâneo, ativistas que seguiam para a Faixa de Gaza foram interceptados por Israel e levados para a ilha de Creta sob escolta da guarda costeira. Dois participantes, incluindo o brasileiro Tiago Ávila, permanecem sob custódia israelense para interrogatório, em uma ação que Israel justifica como necessária para manter o bloqueio naval a Gaza.


Na guerra entre Rússia e Ucrânia, drones ucranianos atacaram uma refinaria na cidade russa de Tuapse, causando incêndios e interrupção das operações. A região está em estado de emergência, com alertas para evitar exposição ao ar contaminado e consumir apenas água engarrafada, enquanto manchas de óleo atingem praias próximas.


Em Londres, uma nova obra do artista Banksy, que mostra um homem com o rosto coberto por uma bandeira, foi instalada no centro da cidade. A escultura, interpretada como crítica ao patriotismo cego, foi mantida pelas autoridades, que adotaram medidas para sua preservação.


As ações militares, culturais e tecnológicas seguem em desenvolvimento, com impacto internacional e atenção global sobre os desdobramentos.




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