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Emirados Árabes deixam Opep e pressionam preço do petróleo

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Emirados Árabes deixam Opep e pressionam preço do petróleo

A saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e o fechamento do Estreito de Ormuz elevaram o preço do barril de petróleo Brent a US$ 111 nesta terça-feira. Essa alta representa o maior valor das últimas semanas e acende o alerta sobre o impacto no mercado global de energia.


Os países da Opep controlam a produção mundial de petróleo para influenciar os preços. Os Emirados Árabes Unidos, aliados dos Estados Unidos, integravam a organização desde 1969, mas vinham adotando uma postura divergente em relação à resposta do bloco aos ataques iranianos no início do conflito atual.


A decisão dos Emirados Árabes de deixar a Opep é vista como uma vitória para o presidente Donald Trump, que criticava a organização por explorar os demais países. Trump também afirmou nas redes sociais que o governo iraniano está próximo do colapso, em meio à escalada do conflito.


Em contraste, o porta-voz do exército iraniano, Mohammad Akraminia, declarou que o Irã não considera a guerra encerrada, mantendo suas forças em estado de alerta e continuando a produção de equipamentos militares. Essa postura reforça a tensão na região e a instabilidade no mercado de petróleo.


A presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Annalena Baerbock, pediu um cessar-fogo definitivo e a reabertura do Estreito de Ormuz para aliviar a pressão sobre os preços dos combustíveis e dos alimentos. A situação no Estreito permanece crítica, afetando diretamente a oferta global de energia.


O mercado de petróleo segue volátil com desdobramentos no Oriente Médio e mudanças na Opep influenciando os preços internacionais da commodity.




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