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Ex-presidente do Banco Central não comparece à CPI do Crime Organizado

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Ex-presidente do Banco Central não comparece à CPI do Crime Organizado

Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, não compareceu à reunião da CPI do Crime Organizado no Senado nesta quarta-feira, 8. A ausência ocorreu após seus advogados alegarem que a convocação violaria decisão do Supremo Tribunal Federal.


Campos Neto foi convocado como testemunha qualificada devido ao seu conhecimento técnico, mas faltou ao depoimento. Esta foi a terceira tentativa da comissão de ouvi-lo desde o início dos trabalhos, que buscam esclarecer questões relacionadas à organização e funcionamento de facções criminosas no Brasil.


A primeira tentativa de ouvir Campos Neto ocorreu em 3 de março, quando o ministro do Supremo Tribunal Federal transformou a convocação em convite, tornando facultativa a participação do ex-presidente do Banco Central. Mesmo assim, a CPI insistiu para que ele comparecesse em 31 de março, mas o economista recusou.


Diante da recusa, a comissão aprovou a convocação obrigatória para a reunião desta quarta-feira, na qual o atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, prestou depoimento. Os membros da CPI avaliam as medidas a serem tomadas, já que o presidente do Senado decidiu não prorrogar os trabalhos da comissão, mantendo o prazo até 14 de junho. A sequência do caso passa por etapas previstas em lei.


A CPI do Crime Organizado continuará avaliando os próximos passos diante do prazo final para encerramento dos trabalhos no Senado.




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