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Banco Central avalia impactos da guerra no Oriente Médio na economia

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Banco Central avalia impactos da guerra no Oriente Médio na economia

O presidente do Banco Central afirmou que ainda é necessário tempo para compreender os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre a inflação e o crescimento econômico do Brasil. A instituição mantém a projeção de crescimento do PIB em 1,6% para 2026, mas ressalta a incerteza diante dos desdobramentos do conflito.


O choque de oferta atual, provocado pelo bloqueio do estreito de Ormuz após ataques no Oriente Médio, tem elevado os preços do petróleo e derivados. O Banco Central entende que o conflito afeta não apenas a logística, mas também a capacidade produtiva, o que pode resultar em aumento da inflação e redução do crescimento econômico.


O presidente do Banco Central destacou que a instituição adotou uma postura conservadora e cautelosa desde o final de 2024 para poder analisar com mais segurança os impactos do conflito. Ele citou que choques anteriores, como a pandemia de covid-19 e a guerra na Ucrânia, também geraram incertezas sobre as projeções econômicas.


No relatório de Política Monetária divulgado, o Banco Central manteve a previsão de crescimento do PIB em 1,6% para 2026, valor igual ao divulgado anteriormente. Contudo, o documento alerta para a maior incerteza nas projeções devido aos potenciais efeitos do conflito no Oriente Médio.


O relatório ressalta que, se o conflito se prolongar, seus impactos devem se configurar como um choque negativo de oferta, elevando a inflação e reduzindo o crescimento. Alguns setores, como o petrolífero, podem, entretanto, apresentar benefícios diante desse cenário.


O Banco Central segue monitorando os efeitos da guerra no Oriente Médio para ajustar suas projeções e políticas.




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