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Câmara de Salvador debate transparência e custos do transporte público desde 2013

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Câmara de Salvador debate transparência e custos do transporte público desde 2013

Desde 2013, a Câmara Municipal de Salvador discute propostas para obrigar as empresas de transporte público a divulgarem detalhadamente seus custos e investimentos. O primeiro projeto, apresentado pelo então vereador Luiz Carlos Suíca, do PT, exigia que as planilhas de custos e investimentos fossem entregues anualmente e sempre que houvesse pedido de aumento da passagem, com divulgação pública pela Prefeitura em até 30 dias.


O projeto de Suíca previa que as concessionárias detalhassem despesas variáveis, como combustível e manutenção, além de custos com pessoal e depreciação dos investimentos em frota e sistemas eletrônicos.


Em 2025, o então vereador Jorge Araújo, do PP, apresentou nova proposta para obrigar a divulgação dos laudos de vistoria e manutenção das frotas. O objetivo era garantir que os usuários tivessem acesso claro e acessível a essas informações, disponíveis nos sites das empresas e em plataforma oficial da Prefeitura, visando a segurança e a fiscalização do serviço.


O texto de Araújo prevê sanções administrativas para as empresas que não divulgarem os laudos ou apresentarem informações incompletas, A tramitação dos projetos tem enfrentado mudanças de comissões e requerimentos para análise, o que impacta o andamento das propostas antes da votação final.


O fim da greve dos rodoviários reacendeu o debate sobre possível aumento da tarifa, atualmente em R$ 5,90. O líder da oposição na Câmara, vereador Randerson Leal, do Podemos, articula reunião com a Secretaria Municipal de Mobilidade para discutir o tema e a situação do sistema. Ele critica a falta de transparência nos números do transporte e questiona a justificativa de prejuízo apresentada pelos empresários, ressaltando que os gestores atuam há pelo menos 20 anos e que a população precisa conhecer os valores reais do serviço.


Randerson também destacou que, apesar de aprovação de R$ 70 milhões em subsídios no ano anterior com a promessa de evitar aumento da tarifa, o reajuste ocorreu em janeiro, passando de R$ 5,60 para R$ 5,95, o que gera desconfiança sobre o compromisso das empresas e da gestão municipal com a manutenção do preço.




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