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Vítima de violência doméstica desiste de medidas protetivas por falta de respaldo efetivo

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Vítima de violência doméstica desiste de medidas protetivas por falta de respaldo efetivo

Carolina Câmara sofreu violência doméstica durante quase três anos e, após diversas tentativas frustradas de proteção, decidiu desistir das medidas protetivas. Em 7 de setembro de 2025, foi encaminhada ao IML após vizinhos ouvirem gritos de socorro, onde exames constataram lesões no tórax, cabeça e corpo.


O agressor chegou a ser preso, mas foi liberado na audiência de custódia e passou a responder em liberdade. Em novembro, diante de descumprimentos, foi determinada a utilização de tornozeleira eletrônica e entregue a Carolina um botão de pânico, que foi acionado mais de 50 vezes, mas a polícia compareceu apenas uma vez.


Carolina relatou que o agressor circula próximo à sua casa e trabalho, e que o botão de pânico toca até de madrugada, causando pânico em sua família. Ela afirmou que a medida protetiva nunca foi eficaz, mesmo após mais de 12 denúncias e tentativas de diálogo com autoridades.


O relacionamento foi marcado por escalada de agressões, começando com xingamentos e chegando a tapas e empurrões. Carolina só conseguiu romper após denúncia dos vizinhos, pois temia as consequências jurídicas e pessoais para o agressor.


Apesar da desistência da ação judicial, Carolina afirmou que poderia retomar a luta caso houvesse garantias efetivas de proteção. Ela criticou a impunidade e a falta de rigor no cumprimento das medidas protetivas, que,.




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