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Peça 'A mulher estátua' estreia no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto

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Peça 'A mulher estátua' estreia no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto

Espetáculo dirigido e escrito por Thiago Picchi aborda temas como fracasso, exaustão e estagnação a partir da história de uma mulher que decide não mais agir em um mundo acelerado.


A peça 'A mulher estátua' estreia na Sala Preta do Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, no Humaitá, com temporada até 26 de abril. A montagem é uma adaptação do livro 'Neste livro cabe uma baleia', de Thiago Picchi, lançado em 2015, que também assina o texto e a direção. A atriz Adriana Seiffert interpreta a protagonista, uma mulher que, cansada de tentar e fracassar, resolve não se mover mais, tornando-se uma estátua em um mundo que exige ação constante.


A trama se desenvolve a partir do encontro entre a mulher imóvel e uma transeunte que se aproxima para conversar. A personagem revela uma história marcada por culpa, memória e a tentativa de transformar seu corpo em monumento para aqueles que nunca receberam homenagens. O espetáculo aborda temas contemporâneos como solidão, fetichismo da mercadoria, crescimento econômico ilimitado, vida dos artistas de rua em um mundo digitalizado e as transformações do comércio e da rua.


Adriana Seiffert alterna personagens em cena, explorando a relação entre relato e julgamento e envolvendo o público na trajetória da artista de rua. A equipe de produção inclui Kelly Siqueira na direção de arte, Paulo César Medeiros na iluminação, Gabriel Ares na trilha sonora, Maureen Miranda no figurino e Laura Mollica na assistência de direção e preparação corporal.


As sessões ocorrem às sextas e sábados às 19h e aos domingos às 18h, com ingressos a R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada). A classificação indicativa é de 14 anos, a duração do espetáculo é de 50 minutos e a lotação da sala é de 25 pessoas. O espaço fica na Rua Visconde de Silva, no Humaitá, com acesso somente por escadas. Os ingressos podem ser adquiridos pela internet ou na bilheteria do centro cultural.


A peça convida o público a refletir sobre a estagnação e a recusa à ação em uma sociedade que constantemente exige movimento e produtividade.




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