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O escocês que ajudou a Bahia na luta pela Independência

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O escocês que ajudou a Bahia na luta pela Independência

Na história das Copas do Mundo, o jogo do próximo dia 24, em Miami, será o quinto confronto entre Brasil e Escócia, incluindo a memorável batalha de 18 de junho de 1982, na Espanha, quando a equipe do comandante Telê Santana venceu por 4x1. Mas o primeiro embate brasileiro com um escocês aconteceu no início do século 19 e estava diretamente ligado à Independência do Brasil na Bahia, a ser celebrada no próximo dia 2 de julho.


Dom Pedro havia declarado a Independência nacional em 1822, mas os portugueses mantinham o controle das províncias da Bahia, do Maranhão e do Pará. Aspirante à "liga de países soberanos", o Brasil ainda tinha uma defesa vulnerável e, para expulsar os colonizadores dos territórios ao norte, precisou contratar "estrelas" estrangeiras, como o General Labatut, da França, e o Lord Cochrane, da Escócia.


Professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, o historiador Sérgio Guerra Filho conta que, além do soldo estabelecido pelo combate, era praxe que nesse período que as colônias em processo de autonomização repassassem aos militares contratados um percentual das "presas de guerra", os bens encontrados nas embarcações da metrópole aprisionadas nas batalhas. Embates Guerra Filho destaca que, durante os embates com os portugueses, o militar escocês fez constantes reclamações ao Império do Brasil quanto aos equipamentos e à qualificação do pessoal disponível para as batalhas.


Esses portugueses teriam participado de má vontade da batalha contra os seus compatriotas. Cochrane conseguiu superar as limitações estruturais e impediu que embarcações portuguesas chegassem a Salvador com suprimentos para as tropas leais a Lisboa.




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