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Indefinição da esquerda em Goiás expõe dificuldade do PT para estruturar palanque de Lula

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Indefinição da esquerda em Goiás expõe dificuldade do PT para estruturar palanque de Lula

Apesar da apresentação do nome do ex-deputado Luis Cesar Bueno para a disputa pelo Palácio das Esmeraldas, feita pelo PT no último dia 8, partidos aliados e integrantes da própria legenda ainda apontam morosidade no processo de definição da chapa que vai concorrer ao governo de Goiás em outubro. O principal nome de peso do PT em Goiás, a deputada federal e presidente estadual da legenda, Adriana Accorsi, rechaçou a possibilidade de disputar o governo.


A ideia de aliados que defendiam o nome da parlamentar para o posto era fortalecer o palanque do presidente Lula no Estado e ampliar o desempenho registrado em 2022, quando o petista recebeu 1.542.115 votos em Goiás no Accorsi, no entanto, prefere disputar a reeleição para a Câmara dos Deputados.


O mostrou, há alguns meses, que integrantes do PT chegaram a procurar o ex-governador Marconi Perillo para discutir uma eventual aliança, em movimento semelhante ao que já havia sido tentado em 2018. As conversas, porém, não avançaram para uma composição no primeiro turno.


Corrida pelo Senado Os partidos de esquerda também já apresentaram alguns dos nomes que podem disputar uma das duas vagas ao Senado neste ano. Isaura Lemos, do PSB, é pré-candidata avulsa a senadora na aliança com o PT, assim como Aldo Arantes, do PCdoB.




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