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Conab orienta extrativistas do Pará sobre programa SocioBio Mais e subvenção de preços

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Conab orienta extrativistas do Pará sobre programa SocioBio Mais e subvenção de preços

Entre os dias 17 e 22, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) promoveu visitas de gestão e orientação em municípios do Pará com o objetivo de apresentar o programa SocioBio Mais a extrativistas e entidades locais. A iniciativa focou em esclarecer as regras para acesso à subvenção quando o preço de venda dos produtos da sociobiodiversidade estiver abaixo do preço mínimo oficial.


A agenda foi conduzida pela Superintendência Regional do Pará (SUREG/PA), com a participação de técnicos da matriz em Brasília e do Setor de Apoio à Logística e Gestão da Oferta (Segeo) no estado. As atividades envolveram oficinas, reuniões e visitas técnicas a comunidades, cooperativas, associações e órgãos de assistência técnica e extensão rural.


Durante as reuniões, os técnicos detalharam o funcionamento do SocioBio Mais, os direitos e deveres dos beneficiários e os procedimentos necessários para ingressar na política pública.


A programação também buscou levantar informações sobre a coleta, beneficiamento e comercialização de produtos extrativos, abrangendo cadeias como murumuru, andiroba, açaí e outras espécies da sociobiodiversidade. Em Colares, cerca de 30 pessoas participaram, incluindo representantes das comunidades Maracajo, Mocajatuba, Juçarateua e São Pedro.


Em Vigia de Nazaré, a equipe visitou a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater/PA), a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) e entidades ligadas ao açaí e a produtos regionais. Em Santo Antônio do Tauá, o trabalho teve caráter de aproximação e levantamento de informações em unidades produtivas e organizações locais, como a Cantauá.


Para extrativistas e associações, a orientação técnica pode reduzir entraves documentais e operacionais para participação no programa. A política é acionada quando os preços recebidos pelos produtores ficam abaixo do mínimo fixado, o que pode afetar a renda e a regularidade da comercialização nessas cadeias. A programação deverá incluir produtos como açaí, borracha, buriti e castanha.




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