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Reunião entre Lula e Trump foi marcada por respeito mútuo, diz Durigan

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Reunião entre Lula e Trump foi marcada por respeito mútuo, diz Durigan

< p>< p style=" text-align: center;">< a class="" href=" < img src=" alt=" Logo " style=" height: 54px;"> </a></p> O < a href=" target="_blank"> encontro entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos Estados…


< p>< p style=" text-align: center;">< a class="" href=" < img src=" alt=" Logo " style=" height: 54px;"> </a></p> O < a href=" target="_blank"> encontro entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos Estados Unidos, Donald Trump</a>, na semana passada em Washington, foi descrito pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, como uma conversa marcada por “deferência” e respeito mútuo.< img src=" style=" width:1px; height:1px; display: inline;" />< img src=" style=" width:1px; height:1px; display: inline;" /></p> < p>< strong> A reunião, com 3 horas de duração, teve como principais eixos a relação comercial entre os dois países, o combate ao crime organizado internacional e a exploração de minerais estratégicos.</strong> </p> < p>< h3> Notícias relacionadas:</h3>< ul>< li>< a href=" diz que criará Ministério da Segurança após Senado aprovar PEC.</a></li>< li>< a href=" respeita lambe-botas", diz Lula sobre reunião com Trump.</a></li>< li>< a href=" diz que encontro com Lula foi " muito bom".</a></li></ul> Em entrevista ao programa < em> Na Mesa com Datena</em>, na < strong> TV Brasil</strong>, transmitida nesta terça-feira (12), Durigan, que participou da reunião, disse que a < strong> conversa inicial teve tom informal e girou em torno das trajetórias pessoais dos dois presidentes</strong>.</p> < p> < strong> O republicano também teria se mostrado impressionado com o fato de Lula não ter diploma universitário e, ainda assim, ter ampliado a rede federal de universidades durante seus governos.</strong></p> < p> Outro tema abordado foi o período em que Lula ficou preso. </strong></p> < p> </p> < p>< strong>" A conversa foi muito franca e eu fiquei muito impressionado com o nível de deferência do presidente Trump ao presidente Lula", revelou o ministro a Datena.</strong> </p> < p> Durigan disse ter a impressão de que a admiração de Trump por Lula aumentou depois do encontro.</p> < p> Ainda </strong></p> < h2> Debate comercial</h2> < p> A pauta econômica foi um dos principais pontos da reunião. O andamento segue condicionado a decisões e datas do processo.


O governo brasileiro contestou diretamente a narrativa de que os Estados Unidos teriam prejuízo comercial na relação com o Brasil.</p> < p>< strong>“Os números da administração Trump mostraram que o déficit [comercial] brasileiro [com os Estados Unidos] foi de US$ 30 bilhões em 2025”, lembrou Durigan.</strong></p> < p> Mas, </p> < p>“O Brasil não merece ser punido [com tarifas], o nosso dólar está indo para os Estados Unidos”, declarou.</p> < p>< strong> O argumento brasileiro foi de que o país não deveria sofrer medidas tarifárias semelhantes às impostas contra a China, já que a relação comercial seria favorável aos norte-americanos.</strong></p> < h2> Crime organizado</h2> < p> Outro eixo central da conversa foi a segurança pública e o combate ao crime organizado transnacional.</p> < p>< strong> Lula propôs ampliar a cooperação entre os dois países para rastrear recursos financeiros ligados a facções criminosas, especialmente operações de lavagem de dinheiro realizadas em paraísos fiscais e estruturas empresariais nos Estados Unidos, como no estado de Delaware.</strong></p> < p>“Empresas brasileiras devedoras estão botando dinheiro em Delaware, que é um paraíso fiscal”, afirmou Durigan.</p> < p> O governo brasileiro também apresentou dados apontando que grande parte das armas ilegais apreendidas no Brasil teria origem em território norte-americano.</p> < p>< strong>“A arma que é apreendida no Brasil tem como origem, na maioria dos casos, os Estados Unidos”, disse o ministro.</strong></p> < h2> Drogas sintéticas</h2> < p></p> < p>< strong>“Droga sintética vem dos Estados Unidos para o Brasil; nós queremos ajudar a evitar esse contrabando”, declarou.</strong></p> < p> Como resultado prático da reunião, ficou acertada uma integração entre a Receita Federal brasileira e a aduana americana para compartilhamento de inteligência e rastreamento financeiro.</p> < p>“O que funciona é você asfixiar a engrenagem que financia o crime”, afirmou Durigan ao defender um modelo baseado em inteligência financeira e cooperação internacional.</p> < h2> Minerais críticos</h2> < p>< strong> A exploração de minerais estratégicos também esteve no centro das discussões.</strong> O governo brasileiro apresentou aos americanos sua estratégia para minerais considerados essenciais para a indústria tecnológica e de transição energética, como nióbio, grafeno e terras raras.</p> < p>“No Brasil, a gente quer dar segurança jurídica para um negócio que interessa ao mundo: minerais críticos”, afirmou Durigan.</p> < p></p> < p>< strong>“O primeiro pilar é soberania e o </strong></p> < p> Durigan disse ainda que Lula relacionou a defesa da soberania econômica brasileira ao discurso nacionalista frequentemente adotado por Trump.</p> < p>< strong>“Se você é ‘América em primeiro lugar’, eu estou aqui dizendo que o Brasil está em primeiro lugar”, relatou o ministro sobre a fala do presidente brasileiro.</strong></p> < p> Lula também afirmou que o país não quer repetir ciclos históricos de exploração econômica sem desenvolvimento interno.</p> < p>“Não queremos repetir um padrão histórico, tira tudo daqui e depois eu compro a placa de aço industrializada. Eu quero incentivar a industrialização no Brasil”, acrescentou o presidente. A sequência do caso passa por etapas previstas em lei.


</p> < p>< strong>“Não queremos repetir um padrão histórico que a gente viu com o ouro ou a cana-de-açúcar.”</strong></p> < h2> Guerra global</h2> < p> A guerra no Oriente Médio e os riscos econômicos globais também entraram na conversa entre os dois presidentes.</p> < p></strong></p> < p>“O tema de como a gente se prepara e protege o Brasil da guerra é o tema que mais me importa”, afirmou o ministro ao relatar a posição do presidente.</p> < h2> Clima descontraído</h2> < p>< strong> Apesar das discussões estratégicas, integrantes da comitiva relataram momentos de descontração durante o encontro.</strong></p> < p></p> < p>“Ele disse: ‘Eu não gosto de fruta na minha salada’, e teve que reposicionar os pratos”, contou o ministro.</p> < p> O governo brasileiro avaliou que o ambiente cordial ajudou a abrir espaço para futuras negociações comerciais, diplomáticas e estratégicas entre os dois países.</p>.


O andamento agora depende dos próximos atos formais e das decisões previstas no rito institucional.




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