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Durigan diz ser contra qualquer compensação ao fim da escala 6x1

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Durigan diz ser contra qualquer compensação ao fim da escala 6x1

< p>< p style=" text-align: center;">< a class="" href=" < img src=" alt=" Logo " style=" height: 54px;"> </a></p>< strong> O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (12) ser “radicalmente contra” qualquer tipo de comp…


< p>< p style=" text-align: center;">< a class="" href=" < img src=" alt=" Logo " style=" height: 54px;"> </a></p>< strong> O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (12) ser “radicalmente contra” qualquer tipo de compensação financeira ou indenização a empresas em caso de aprovação de propostas que reduzam a jornada de trabalho e acabem com a escala 6x1 no Brasil.</strong> A declaração foi dada durante audiência pública na comissão especial da Câmara dos Deputados que discute mudanças nas regras trabalhistas.< img src=" style=" width:1px; height:1px; display: inline;" />< img src=" style=" width:1px; height:1px; display: inline;" /></p> < p></strong></p> < blockquote> < p>< h3> Notícias relacionadas:</h3>< ul>< li>< a href=" volta a criticar “terrorismo econômico” contra fim da 6 por 1.</a></li>< li>< a href=" lança campanha nacional pelo fim da escala de trabalho 6x1.</a></li>< li>< a href=" países da América Latina que reduziram as jornadas de trabalho.</a></li></ul>“Muita gente fala em indenização, em compensação. Eu sou radicalmente contra isso”, afirmou Durigan.</p> </blockquote> < h2> Debate no Congresso</h2> < p> A comissão especial da Câmara analisa atualmente duas propostas de emenda à Constituição (PECs) sobre o tema.</p> < p> Uma delas, apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), prevê jornada semanal de quatro dias de trabalho e prazo de 360 dias para implementação das novas regras.</p> < p> A segunda proposta, apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), reduz gradualmente a jornada para 36 horas semanais ao longo de dez anos.</p> < p> Paralelamente, o governo federal < a href=" target="_blank"> enviou ao Congresso um projeto de lei</a> propondo redução da carga horária semanal para 40 horas e diminuição da escala de seis para cinco dias trabalhados por semana.< br /> </p> < div class=" dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">< div class=" dnd-atom-rendered"><!-- scald=462350: cheio_8colunas --> < img src="/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2. gif" data-echo=" alt=" Brasília – DF – 12/05/2026 – Reunião da Comissão Especial da Câmara sobre o Fim da Escala 6x1 para debater os impactos econômicos da redução da escala de trabalho, sem redução de salário. A atenção se volta para prazos e deliberações.


Participou ministro da Fazenda, Dario Durigan. Foto Lula Marques/" title=" Lula Marques/."> < noscript>< img src=" alt=" Brasília – DF – 12/05/2026 – Reunião da Comissão Especial da Câmara sobre o Fim da Escala 6x1 para debater os impactos econômicos da redução da escala de trabalho, sem redução de salário.


Participou ministro da Fazenda, Dario Durigan. Foto Lula Marques/" title=" Lula Marques/."></noscript> <!-- END scald=462350 --></div>< div class=" dnd-caption-wrapper"> < div class=" meta"> O ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante audiência pública na comissão especial da Câmara dos Deputados que discute mudanças nas regras trabalhistas -< strong> Foto: Lula Marques/ </strong><!--END copyright=462350--></div> </div></div> < h2> Sem indenização</h2> < p> Durigan argumentou que a hora de trabalho pertence ao trabalhador e não às empresas.</p> < p>“A titularidade da hora do trabalho não é do empregador”, declarou.</p> < p>< strong></strong></p> < blockquote> < p>“Não cabe indenização.


Quando a gente reconhece ganhos geracionais, isso não é só Brasil que faz, isso é um debate mundial”, afirmou.</p> </blockquote> < p>< strong> O ministro disse ainda que outros países implementaram jornadas menores há décadas e conseguiram elevar produtividade e qualidade de vida dos trabalhadores.</strong></p> < h2> Produtividade</h2> < p> Representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis aumentos de custos, impactos sobre competitividade e perda de produtividade em caso de redução da jornada.</p> < p> Estudo da Confederação Nacional da Indústria citado durante o debate estima que uma redução para 40 horas semanais poderia provocar impacto negativo de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB), equivalente a cerca de R$ 76,9 bilhões.</p> < p>< strong> Durigan, porém, afirmou que a mudança pode estimular ganhos de eficiência tanto para empresas quanto para trabalhadores.</strong></p> < blockquote> < p>“Se a gente tem hoje uma dinâmica de trabalho na empresa, é preciso otimizar essa dinâmica de trabalho. É preciso corrigir gargalos de eficiência”, disse.</p> </blockquote> < p></p> < h2> Pequenos negócios</h2> < p> Apesar de rejeitar indenizações, < strong> Durigan afirmou que o governo está disposto a discutir medidas de apoio para pequenas empresas durante eventual transição.</strong></p> < p> O ministro citou a possibilidade de ampliação de linhas de crédito, programas de capacitação e incentivos à digitalização de negócios.</p> < p>“Acho que o Estado precisa ter linha de crédito, o Estado precisa ajudar na transformação digital, na transformação ecológica”, afirmou.</p> < p>< strong> Durigan também mencionou a possibilidade de programas semelhantes ao Desenrola voltados para pequenos empreendedores.</strong></p> < p></p> < h2> Negociação coletiva</h2> < p> O ministro defendeu ainda que acordos coletivos continuarão sendo importantes mesmo com eventuais mudanças na legislação trabalhista.</p> < p>“Para essa acomodação, para esses ajustes, é muito importante que a gente siga tendo espaço de negociação coletiva entre o setor patronal e o setor trabalhista”, declarou.</p> < p> Durante a audiência, o relator da proposta, o deputado Leo Prates (Republicanos-BA), afirmou que o Brasil possui uma das maiores jornadas de trabalho do mundo, mas baixa produtividade.</p> < p>“Nós temos a quarta maior jornada do mundo, 44 horas semanais, e temos uma das piores produtividades do mundo”, disse o parlamentar.</p> < p>< strong></strong></p>. O desdobramento depende do rito institucional.


O andamento agora depende dos próximos atos formais e das decisões previstas no rito institucional.




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