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Arquitetura e memórias humanas definem identidade de Goiânia em coleção lançada na Academia Goiana de Letras

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Arquitetura e memórias humanas definem identidade de Goiânia em coleção lançada na Academia Goiana de Letras

Narcisa Abreu Cordeiro afirmou que Goiânia está nas pessoas que a construíram e nas memórias que resistem ao tempo, destacando que o urbanismo deve considerar o conteúdo humano, não apenas ruas e praças.


O projeto começou em 2017 com o livro sobre a Alameda dos Buritis, no Centro de Goiânia, local onde Narcisa nasceu, e expandiu para uma coleção que abrange a área central do projeto original da cidade.


Goiânia foi planejada na década de 1930 com um plano avançado para a época, e sua singularidade vem da diversidade de influências técnicas e culturais, incluindo profissionais do Rio de Janeiro, Minas Gerais e da cidade de Goiás.


Narcisa reconhece que o trabalho de resgate da memória chega em um momento-limite, pois muitas pessoas importantes já faleceram e as gerações futuras não possuem as mesmas lembranças.


A construção dos livros foi um trabalho artesanal, baseado em escuta e aproximação com famílias, permitindo identificar personagens e histórias ausentes dos registros oficiais, como os moradores da Avenida Tocantins e da Rua 25.


O coautor Ubirajara Gali alerta para o 'Alzheimer memorial' de Goiânia, destacando que restam poucos vestígios materiais das origens da cidade, sendo a sede da Academia Goiana de Letras a última casa de alvenaria das primeiras construções.




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