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Cão da Polícia Militar é fundamental na maior apreensão de drogas no Rio de Janeiro

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Cão da Polícia Militar é fundamental na maior apreensão de drogas no Rio de Janeiro

Um pastor-belga malinois da Polícia Militar do Rio de Janeiro foi decisivo para a localização de cerca de 48 toneladas de maconha na comunidade da Nova Holanda, no Complexo da Maré.


O cão, identificado como Hulck na nota oficial da Polícia Militar, indicou o ponto exato que levou os agentes do Batalhão de Ações com Cães (BAC) ao esconderijo das drogas, além de armas encontradas no local. A raça pastor-belga malinois é amplamente utilizada por forças de segurança devido à disciplina, agilidade e capacidade de faro.


O treinamento dos cães do BAC começa ainda quando são filhotes, focado na identificação de odores de drogas, armas e explosivos, associando o faro correto a uma recompensa, sem contato direto com o material ilícito. Durante as buscas na construção da comunidade, os agentes notaram a mudança de comportamento do cão, o que indicou o bunker onde estavam os entorpecentes e armamentos.


O BAC, subordinado ao Comando de Operações Especiais, atua em diversas frentes, incluindo busca de drogas, armas, explosivos, além de ações táticas e de busca e captura. A unidade trabalha com cães de várias raças, entre elas pastor-belga malinois, pastor holandês, pastor alemão, labrador, braco alemão e rottweiler.


O papel do cão Hulck na operação da Maré evidencia que o trabalho dos cães em ações policiais não é apenas acessório, mas muitas vezes é determinante para o sucesso das ocorrências, possibilitando encontrar o que passaria despercebido em buscas comuns.




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