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Rio de Janeiro pode ter quatro governadores em um mês durante crise política

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Rio de Janeiro pode ter quatro governadores em um mês durante crise política

O Rio de Janeiro enfrenta uma crise política que pode resultar na troca de até quatro governadores em um período aproximado de um mês, antes das eleições de outubro. Após a saída de Cláudio Castro do cargo de governador, o desembargador Ricardo Couto assumiu a função devido à ruptura na linha sucessória. A vice-governadoria estava vaga após Thiago Pampolha deixar o governo para assumir um cargo no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro.


Rodrigo Bacelar, presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), seria o próximo na linha de sucessão, mas foi cassado no mesmo julgamento que condenou o ex-governador. Dessa forma, a Alerj realizará uma nova eleição para escolher seu presidente, que assumirá interinamente o governo estadual.


Posteriormente, a Alerj deverá promover outra eleição indireta para eleger um governador provisório que cumprirá mandato-tampão até as eleições de outubro. Assim, o estado terá quatro governadores diferentes em um curto espaço de tempo.


Em outubro, os eleitores do Rio de Janeiro irão às urnas para eleger o novo governador do estado. A sucessão rápida de governadores reflete a instabilidade política atual no Rio de Janeiro, que se aproxima das eleições com múltiplas mudanças no comando do estado.




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