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Tocheiros de prata da Igreja da Irmandade de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores reaparecem em Portugal e levantam suspeitas de circulação internacional de bens históricos

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Tocheiros de prata da Igreja da Irmandade de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores reaparecem em Portugal e levantam suspeitas de circulação internacional de bens históricos

Dois grandes tocheiros de prata pertencentes à histórica Igreja da Irmandade de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores, desaparecidos há décadas, foram encontrados em Portugal, suscitando investigações sobre a possível continuidade da circulação ilegal de peças sacras em escala internacional.


As peças, que exibem o brasão da Irmandade e são atribuídas ao prateiro José de Oliveira Coutinho, foram avaliadas em mais de R$ 150 mil. Elas fazem parte de uma coleção de mais de 300 peças sacras desaparecidas entre 1980 e 1990. Algumas dessas peças já foram recuperadas em leilões no Brasil, enquanto outras ainda estão em processo de perícia.


O reaparecimento dos tocheiros em Portugal levou à comunicação das autoridades locais, que acionaram órgãos nacionais e internacionais para investigação. No entanto, a Irmandade ainda não foi formalmente informada sobre o paradeiro atual das peças, o que preocupa os responsáveis pela igreja devido ao risco de perda ou dano aos objetos.


O caso ganha maior complexidade ao considerar que, em 2024, um conjunto expressivo de peças sacras desaparecidas de diversas instituições foi apreendido em um leilão no Brasil, indicando a existência de um circuito ilegal de oferta desses bens. A descoberta das peças em Portugal pode indicar uma tentativa de deslocar a venda para o exterior, dificultando a identificação e recuperação.


A valorização histórica da prata no mercado internacional reforça a gravidade da situação, sugerindo que a circulação dessas peças pode estar ligada a uma engrenagem adaptativa de dispersão patrimonial, que busca escapar das ações de fiscalização e apreensão no Brasil.


O caso ainda está sob investigação, e as autoridades seguem buscando esclarecer a origem e o destino das peças, enquanto a Irmandade aguarda informações oficiais para garantir a proteção de seu patrimônio histórico.




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