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Fabiana Bolsonaro enfrenta críticas por blackface e declaração racial

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Fabiana Bolsonaro enfrenta críticas por blackface e declaração racial

A deputada estadual Fabiana Bolsonaro pintou o rosto e os braços de preto na Assembleia Legislativa de São Paulo para criticar a deputada federal Erika Hilton. Apesar de afirmar ser branca, Fabiana declarou-se parda à Justiça Eleitoral em 2022, o que gerou questionamentos sobre o uso do fundo eleitoral destinado a candidatos negros e pardos.


Fabiana Bolsonaro, que não tem parentesco com o ex-presidente Jair Bolsonaro, adotou o sobrenome por afinidade ideológica. Durante sessão na Assembleia Legislativa de São Paulo, ela se manifestou contra a eleição de Erika Hilton para a Comissão da Mulher, pintando o rosto e os braços de preto, prática conhecida como blackface, considerada racista.


A deputada afirmou que é mulher e criticou a eleição de uma mulher trans para a Comissão da Mulher, dizendo que a mulher do ano não pode ser transsexual. Essas declarações foram consideradas transfóbicas, e a combinação com o blackface motivou um pedido de cassação no Conselho de Ética da Alesp.


Em 2022, Fabiana Bolsonaro declarou-se parda à Justiça Eleitoral, o que a qualificaria para receber verbas do Fundo Eleitoral destinadas a candidatos negros e pardos. Essa informação foi destacada em redes sociais, apontando que ela recebeu recursos desse fundo, o que gerou acusações de fraude e uso indevido.


A situação provocou repercussão política e social, com deputados estaduais apresentando formalmente o pedido de cassação devido às práticas racistas e transfóbicas exibidas pela deputada durante a sessão na Assembleia Legislativa.


O pedido de cassação de Fabiana Bolsonaro seguirá análise no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo.




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