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Bahia registra preferência por mulheres como vices em chapas majoritárias, mas avanço é limitado

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Bahia registra preferência por mulheres como vices em chapas majoritárias, mas avanço é limitado

Desde o processo de abertura política da ditadura militar, a Bahia tem registrado uma tendência dos políticos, em sua maioria homens, de escolher mulheres para o posto de vice em chapas majoritárias.


A professora de Ciência Política da UFRB, Maria Inês Ferreira, destacou que é raro uma mulher ser cabeça de chapa em candidaturas com reais chances de vitória, e que a indicação feminina como vice é uma estratégia que não altera o domínio masculino nas estruturas partidárias.


No âmbito estadual, o número de mulheres como vice nas chapas majoritárias não aumentou entre 2002 e 2022, com apenas duas mulheres indicadas em cada um desses anos: Nilza Lima (PT) e Ednailda dos Santos (PCO) em 2002; Ana Coelho (Republicanos) e Leonídia Umbelina (PMB) em 2022.


Em 2014, nenhuma chapa majoritária estadual contou com uma mulher como vice, enquanto em 2018 houve uma inversão, com quatro mulheres vice em cinco chapas, sendo João Leão (PP) o único vice homem, na chapa do governador Rui Costa (PT).




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