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Eleições em Portugal e Japão e investigações nos EUA e Reino Unido

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Eleições em Portugal e Japão e investigações nos EUA e Reino Unido

António José Seguro venceu as eleições presidenciais em Portugal com quase 67% dos votos, enquanto no Japão o partido da primeira-ministra Sanae Takaichi conquistou mais de dois terços da Câmara Baixa. Nos Estados Unidos, Ghislaine Maxwell se recusou a depor no Congresso, e no Reino Unido a polícia investiga o príncipe Andrew por possível envio de documentos confidenciais a Jeffrey Epstein.


Em Portugal, António José Seguro, do Partido Socialista, obteve uma vitória expressiva nas eleições para presidente, alcançando quase 67% dos votos contra pouco mais de 33% de André Ventura, representante da extrema-direita. Seguro destacou em seu discurso que o resultado representa uma vitória da democracia, ressaltando sua campanha centrada que atraiu eleitores da direita tradicional. Ventura reconheceu o melhor desempenho do partido Chega até o momento e afirmou que a sigla está mais próxima de governar o país.


O sistema político português é semipresidencialista, onde o primeiro-ministro detém o poder executivo, enquanto o presidente atua como chefe de Estado, com prerrogativas como dissolver o parlamento e convocar novas eleições. No Japão, o partido da primeira-ministra Sanae Takaichi, aliado a outros partidos, conquistou uma maioria significativa na Câmara Baixa, garantindo mais de dois terços das cadeiras. Essa vitória facilita a aprovação de propostas governamentais, incluindo a suspensão dos impostos sobre alimentos por dois anos e o aumento dos gastos com defesa.


Sanae Takaichi mantém uma relação próxima com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e possui uma relação conturbada com a China, que afirmou que as relações bilaterais não serão alteradas por uma única eleição. Nos Estados Unidos, Ghislaine Maxwell, condenada a mais de 20 anos de prisão por envolvimento no aliciamento de menores para abusos sexuais, usou seu direito de permanecer calada e se recusou a depor no Congresso, afirmando estar disposta a testemunhar apenas mediante perdão presidencial.


No Reino Unido, a polícia investiga se o príncipe Andrew teria enviado documentos confidenciais a Jeffrey Epstein durante seu período como representante especial para o Comércio Internacional. As investigações consideram que Andrew teria enviado relatórios comerciais ao criminoso, o que levanta questões sobre a confidencialidade e a legalidade dessas ações.


As situações em Portugal, Japão, Estados Unidos e Reino Unido seguem em desenvolvimento com desdobramentos políticos e judiciais importantes.

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