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Mercado brasileiro de soja tem sessão lenta com preços estáveis e contratos futuros em baixa em Chicago

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Mercado brasileiro de soja tem sessão lenta com preços estáveis e contratos futuros em baixa em Chicago

No Brasil, o mercado de soja apresentou pouca atividade, com os produtores e demais participantes afastados das negociações.


Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram a sexta-feira em baixa, intensificando as perdas acumuladas durante a semana e reduzindo os ganhos mensais. A previsão de chuvas para o Meio-Oeste dos Estados Unidos nos próximos dias pressionou os preços, apesar do anúncio de novas vendas do produto americano.


No entanto, no balanço do mês de julho, os contratos futuros acumularam valorização de 3,8%. As precipitações previstas são benéficas para o desenvolvimento das lavouras, e agosto é um mês crucial para definir o potencial produtivo da safra americana. Apesar das recentes temperaturas elevadas, as indicações permanecem positivas.


Exportadores privados dos Estados Unidos reportaram a venda de 252 mil toneladas de soja para destinos não revelados, com entrega prevista para a temporada 2026/27. A demanda chinesa pelo produto americano aumentou, e boletins indicam clima seco e altas temperaturas sobre o cinturão produtor americano, o que costuma gerar picos típicos desse mercado.


No óleo de soja, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 67,26 centavos de dólar, com perda de 0,96 centavo, ou 1,40%.


No mercado cambial, o dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,13%, sendo negociado a R$ 5,0685 para venda e R$ 5,0665 para compra. Na semana, o dólar recuou 0,23%, e em julho acumulou perda de 1,83%.




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