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Casos de SRAG apresentam queda com exceção de nove capitais

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Casos de SRAG apresentam queda com exceção de nove capitais

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em tendência de queda no país, mas nove capitais ainda registram crescimento da doença. A Influenza B mantém aumento em estados da Região Centro-Sul, com maior incidência entre crianças pequenas e mortalidade concentrada em idosos.


Até a Semana Epidemiológica 26, nove capitais apresentaram níveis de atividade de SRAG classificados como alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo. Essas cidades são Belo Horizonte, Boa Vista, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre e Rio Branco. Em outras 11 capitais, a incidência está em níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem crescimento sustentado nas últimas seis semanas.


O aumento dos casos em Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre ocorre principalmente entre crianças menores de 2 a 4 anos, enquanto em Rio Branco o crescimento é observado entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. Além disso, Belo Horizonte, Florianópolis, Manaus e Rio Branco registram aumento de casos entre idosos. A circulação dos vírus respiratórios permanece elevada em parte do país, apesar da redução nacional dos casos.


Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, os vírus respiratórios mais detectados foram o vírus sincicial respiratório (55, 9%), rinovírus (23, 3%), Influenza A (12, 7%), Influenza B (8, 4%) e Sars-CoV-2 (2, 2%). Entre os óbitos, a Influenza A foi responsável por 33, 1% dos casos, seguida pelo rinovírus, vírus sincicial respiratório, Influenza B e covid-19. Desde o início do ano, o Brasil notificou 109. 347 casos de SRAG, com mais da metade confirmados para algum vírus respiratório.


No cenário nacional, os casos de SRAG apresentam queda entre pessoas de 2 a 49 anos e idosos com 65 anos ou mais. Entre 50 e 64 anos, há leve aumento, e entre crianças menores de 2 anos o quadro está estabilizado. A mortalidade permanece maior entre idosos, principalmente causada pela Influenza A, enquanto os casos associados à covid-19 seguem em níveis baixos em todas as faixas etárias.


A vacinação contra a influenza é recomendada para grupos prioritários, e pessoas com sintomas respiratórios devem evitar contato com indivíduos vulneráveis e usar máscara.




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