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Goiás registra 138 casos de síndrome mão-pé-boca em 2026; especialistas reforçam cuidados para conter surtos

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Goiás registra 138 casos de síndrome mão-pé-boca em 2026; especialistas reforçam cuidados para conter surtos

Embora não tenham sido registradas hospitalizações ou mortes, autoridades sanitárias alertam para a necessidade de vigilância e isolamento dos pacientes para evitar a disseminação da doença, especialmente entre crianças pequenas. Os casos foram identificados em Formosa (46), Anápolis (46), Goiânia (15), Aparecida de Goiânia (12), Ouro Verde de Goiás (8), Indiara (6) e Ivolândia (5).


Todos ocorreram em crianças entre 1 e 6 anos de idade, com média de 2 anos. Em entrevista ao, o coordenador do Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde (Cievs) da SES-GO, Fabiano Marques, explicou que a síndrome mão-pé-boca não integra a lista de doenças de notificação compulsória para casos individuais, sendo monitorada apenas quando há surtos.


"Até o momento, sete municípios notificaram surtos, totalizando 138 casos. Consideramos surto quando existem dois ou mais casos com vínculo epidemiológico, geralmente em um mesmo ambiente ou com contato entre si", afirmou.


"As lesões também podem surgir em regiões como nádegas, joelhos, cotovelos e áreas úmidas do corpo. Em geral, trata-se de uma doença benigna, mas os pais precisam observar sinais de agravamento", explicou.




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