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Rio de Janeiro adere ao Propag e reduz parcelas da dívida com a União

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Rio de Janeiro adere ao Propag e reduz parcelas da dívida com a União

<p>Depois de meses de negociação, o <strong>presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto</strong>, formalizaram, nesta segunda-feira (22), a <strong>adesão do estado ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag)</strong>. <img src=" st…


<p>Depois de meses de negociação, o <strong>presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto</strong>, formalizaram, nesta segunda-feira (22), a <strong>adesão do estado ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag)</strong>. <img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /><img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /></p> <p>Assim, o RJ deixa o Regime de Recuperação Fiscal e passa a seguir as regras do Propag, <strong>reduzindo as parcelas mensais que paga à União, sem a cobrança de juros</strong>.


A dívida total do Rio com a União é de R$ 203, 3 bilhões. </p> <p>A <strong>contrapartida é que 60% do valor que deixará de ser pago à União seja investido em educação e saúde. </strong></p> <p>Em breve discurso, Lula destacou que o governo federal já fechou acordos com quatro grandes estados que deviam à União, e que o importante é garantir que os juros que eram cobrados sejam revertidos em programas sociais. </p> <blockquote> <p>"É importante lembrar que o estado do Rio de Janeiro pagava uma dívida de R$ 1, 3 bilhão por mês, e vai pagar, agora, R$ 110 milhões.


Vai sobrar mais dinheiro para o governador administrar o Rio de Janeiro, e uma parte desse dinheiro tem que ser alocada em políticas sociais, de preferências em duas áreas cruciais: saúde e educação". </p> </blockquote> <p>O governador em exercício do estado, desembargador Ricardo Couto, afirmou que o Rio de Janeiro vai fazer uma economia de mais de R$ 3 bilhões e, com isso, reduzir a previsão de déficit no orçamento.


O andamento depende dos próximos atos formais e das decisões previstas no rito institucional.




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