Vereadores tentam eleição da mesa em agosto alegando que consulta ao STJ foi "escondida"
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Vereadores tentam eleição da mesa em agosto alegando que consulta ao STJ foi "escondida"

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Vereadores tentam eleição da mesa em agosto alegando que consulta ao STJ foi "escondida"

Com isso, o pleito interno segue previsto apenas para depois das eleições gerais de outubro - cenário que mantém aberta uma disputa política que provocou racha entre vereadores da capital capixaba. Apesar da nova decisão do relator, o julgamento ainda não está encerrado no STF.


O caso segue na Segunda Turma da Corte e ainda depende dos votos dos ministros Dias Toffoli, Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça. A controvérsia tem impacto direto no ambiente político de Vitória, sobretudo pela influência que a presidência da Câmara exerce sobre a relação institucional com o Executivo, atualmente comandado pela prefeita interina Cris Samorini (PP), após a renúncia de Lorenzo Pazolini (Republicanos), em abril.


Entre os signatários estão o vereador Dalto Neves (Solidariedade) - até o momento único nome colocado como pré-candidato à presidência da Casa - além de Karla Coser (PT), Pedro Trés (PSB), Camillo Neves (Progressistas) e outros parlamentares. Os vereadores argumentaram que a ação levada ao STF pelo presidente da Câmara, Anderson Goggi (Republicanos), teria sido apresentada sem ciência prévia da composição integral da Mesa Diretora e do plenário.


Em linguagem política, a tese sustenta que a judicialização ocorreu sem debate interno formal entre os vereadores. Outro argumento do grupo foi o de que não haveria um conflito concreto que justificasse a intervenção do Supremo naquele momento.




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