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Brasil contesta EUA sobre supostas práticas de trabalho forçado

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Brasil contesta EUA sobre supostas práticas de trabalho forçado

<p><p style="text-align: center;"><a class="" href=" <img src=" alt="Logo " style="height: 54px;"> </a></p><strong>O Ministério das Relações Exteriores (MRE) divulgou nota, na tarde desta quarta-feira (3), em que contesta a decisão do Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) de <a href=" ta…


<p><p style="text-align: center;"><a class="" href=" <img src=" alt="Logo " style="height: 54px;"> </a></p><strong>O Ministério das Relações Exteriores (MRE) divulgou nota, na tarde desta quarta-feira (3), em que contesta a decisão do Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) de <a href=" target="_blank">estabelecer tarifas adicionais de 10% ou 12, 5%</a> sobre as importações de 59 países e a União Europeia, incluindo o Brasil. </strong>A alegação dos norte-americanos, divulgada na terça-feira (2), é de supostas falhas no combate ao comércio de produtos fabricados com trabalho forçado.


<img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /><img src=" style="width: 1px; height: 1px; display: inline;" /></p> <blockquote> <p>"É lamentável que tema tão relevante como o da proteção de condições dignas para milhões de trabalhadores e trabalhadoras seja desvirtuado para servir de justificativa a medidas protecionistas unilaterais", criticou o Palácio do Itamaraty, na manifestação. </p> </blockquote> <p><h3>Notícias relacionadas: </h3><ul><li><a href=" argumentações apresentadas em relatório para taxar Brasil.


</a></li><li><a href=" rebate críticas dos EUA ao Pix e nega barreira à concorrência. </a></li><li><a href=" detalha setores mais afetados em caso de taxação pelos EUA. </a></li></ul>A nota ressalta que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) reconhece o Brasil há décadas "como referência internacional no combate ao trabalho forçado, graças à combinação de fiscalização, responsabilização, cooperação institucional e compromisso político". </p> <blockquote> <p>"É um absurdo tentar associar a competitividade da economia brasileira a insumos externos obtidos por meio de comércio que viole a dignidade humana", disse o texto.


O cenário político ainda depende de novas etapas oficiais e de manifestações das autoridades responsáveis pelo processo.




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