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Cidades brasileiras investem em medicamentos para obesidade diante da ausência de política nacional

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Cidades brasileiras investem em medicamentos para obesidade diante da ausência de política nacional

A Prefeitura do Rio de Janeiro iniciou a distribuição de semaglutida na rede municipal de saúde, impulsionando o debate sobre custos, prioridades e desigualdade no acesso a essas novas tecnologias. Além da capital fluminense, cidades como Urupês e Sorocaba, em São Paulo, já implementaram programas com esses medicamentos.


Outros municípios, como Palmas, Cuiabá e Feira de Santana, além do estado de Santa Catarina, discutem a adoção das chamadas "canetas emagrecedoras" para ampliar o tratamento da obesidade. Enquanto isso, capitais como São Paulo, Belo Horizonte, Goiânia, Recife, Porto Velho, Vitória, Rio Branco e Porto Alegre aguardam uma decisão nacional para incorporar esses medicamentos ao Sistema Único de Saúde (SUS).


Em Urupês, no interior paulista, a prefeitura destinou cerca de R$ 200 mil para a compra de tirzepatida, justificando a medida pelo alto índice de sobrepeso na população local, estimado em 43%.


A movimentação tem provocado debates sobre custos, prioridades na saúde pública e desigualdade no acesso às novas tecnologias. O avanço ganhou força após a Prefeitura do Rio de Janeiro investir na compra de semaglutida para distribuição na rede municipal.




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