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Discussão sobre CPI do Banco Master gera mal-estar e acusações de violência política de gênero na Alerj

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Discussão sobre CPI do Banco Master gera mal-estar e acusações de violência política de gênero na Alerj

Rodrigo Amorim teria afirmado, fora do microfone, que Renata Souza teria um "fetiche" nele, Em resposta, Renata gritou: "Respeite sua mulher que está aí do seu lado", referindo-se à deputada Sarah Poncio, que acompanhava Amorim na frente do plenário, mas não participava da discussão.


Nos bastidores da Assembleia, parlamentares avaliaram que Sarah Poncio foi exposta de forma indevida em uma disputa política da qual não fazia parte. Deputadas de diferentes correntes políticas procuraram Sarah para prestar solidariedade, considerando que a fala associou uma mulher parlamentar a uma relação afetiva de forma pejorativa e a usou como instrumento de ataque em plenário.


Minutos após a discussão, Renata Souza voltou ao microfone para pedir desculpas publicamente pela declaração, sem citar nomes. Rodrigo Amorim reagiu aos gritos e afirmou que o episódio configuraria "uma violência política de gênero".


Parlamentares presentes afirmaram que a fala ultrapassou os limites do debate político e atingiu diretamente Sarah Poncio, reduzindo sua presença no plenário a uma insinuação pessoal.


Sarah Poncio não respondeu à provocação durante a sessão e permaneceu fora do confronto em plenário.




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