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Fundador do Grupo Gay da Bahia defende inocência de ex-dançarina investigada por desvio de verbas

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Fundador do Grupo Gay da Bahia defende inocência de ex-dançarina investigada por desvio de verbas

Luiz Mott destacou que Léo Kret, ex-dançarina da banda Saiddy Bamba, frequentava o Grupo Gay da Bahia desde a adolescência e participou do Projeto Se Ligue, iniciativa que promove direitos humanos e militância.


O fundador do GGB ressaltou que não conhece nada no histórico de Léo Kret que comprometa sua moral, honestidade ou ética, e torce para que as investigações comprovem sua inocência em relação às suspeitas de irregularidades.


Ele defendeu que, caso sejam constatadas irregularidades, os responsáveis devem ser punidos.


A Operação Sponsor, deflagrada pelo Ministério Público da Bahia, investiga crimes de peculato, fraudes em licitações e desvios de recursos públicos destinados a entidades carnavalescas e organizadores de Paradas LGBTQIAPN+ em Salvador. Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, e houve afastamento de dirigentes e servidoras municipais.


A apuração começou após denúncias de organizadores e membros da comunidade LGBTQIAPN+ sobre irregularidades na destinação das verbas.


Luiz Mott também comentou que a corrupção generalizada no Brasil não deve impactar significativamente as políticas voltadas ao público LGBTQIAPN+ na Bahia, mas alertou para o risco de preconceitos como homofobia, transfobia, racismo e machismo influenciarem nas investigações.




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