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Diretor do Federal Reserve descarta corte de juros no curto prazo e defende independência do banco central

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Diretor do Federal Reserve descarta corte de juros no curto prazo e defende independência do banco central

Christopher Waller, diretor do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, afirmou em evento na Frankfurt School of Finance and Management que discutir corte de juros no futuro próximo é uma 'loucura' diante dos dados econômicos atuais. Ele ressaltou que um aumento nas expectativas de inflação de curto prazo seria um sinal de alerta para a autoridade monetária.


Durante a sessão de perguntas e respostas, Waller explicou que, caso as expectativas de inflação subam ao longo de dois a quatro anos, isso representaria um problema para a condução da política monetária. Ele acrescentou que, se as expectativas de curto prazo aumentarem, o Fed poderá adotar medidas, sem especificar quais instrumentos seriam utilizados.


O diretor destacou que prefere indicadores de expectativas de inflação baseados no mercado, reforçando a perspectiva de manutenção de uma política monetária restritiva nos Estados Unidos. Essa posição ocorre em um momento em que investidores acompanham atentamente a trajetória da inflação e o calendário das decisões do banco central norte-americano.


Waller também avaliou que não há possibilidade de retorno ao balanço patrimonial reduzido observado em 2008, mas afirmou que o Fed poderia reduzir suas reservas em uma faixa entre US$ 300 bilhões e US$ 500 bilhões. Esse comentário integra o debate sobre o tamanho do balanço da instituição e o ritmo de normalização monetária.


No âmbito institucional, o diretor reafirmou seu compromisso com a independência do banco central, em meio a discussões sobre possível interferência política na autoridade monetária. A declaração ocorre no mesmo dia em que Kevin Warsh assume o comando do Fed na Casa Branca.


A sinalização de Waller mantém o foco do mercado na inflação, nas expectativas e na autonomia do Federal Reserve. Sem novas indicações sobre o prazo para mudanças na taxa básica, a análise técnica permanece condicionada aos próximos indicadores econômicos dos Estados Unidos e às decisões formais do banco central.




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