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Governo de Milei enfrenta crise econômica e queda de popularidade na Argentina

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Governo de Milei enfrenta crise econômica e queda de popularidade na Argentina

O governo de Javier Milei enfrenta uma grave crise na Argentina, marcada por aceleração da inflação, retração econômica e escândalos de corrupção. A popularidade do presidente despencou, refletindo o descontentamento da população com a situação atual do país.


A inflação, que havia sido reduzida para cerca de 2% ao mês em 2025, voltou a subir, chegando a 3,4% em março de 2026. A atividade econômica apresentou uma queda de 2,6% em fevereiro em relação a janeiro, acumulando uma retração de 2,1% nos últimos 12 meses. A produção industrial também sofreu forte baixa de 4% em fevereiro, com um declínio acumulado de 8,7% no último ano.


O plano econômico de Milei, baseado na redução do tamanho do Estado e austeridade fiscal, tem sido considerado simplista e insuficiente para reverter a crise. A desconfiança em relação ao peso argentino tem levado à dolarização dos contratos, o que contribui para a aceleração da inflação. Especialistas alertam para o risco de desindustrialização e possível nova crise cambial devido ao endividamento em dólares.


Além dos problemas econômicos, o governo enfrenta denúncias de corrupção, como a investigação sobre o chefe de gabinete Manuel Adorni, acusado de enriquecimento ilícito. A combinação desses fatores resultou em índices de desaprovação superiores a 60%, os piores desde o início do mandato de Milei em dezembro de 2023. A corrupção é apontada como o principal desafio pelo eleitorado, superando questões como desemprego e inflação.


A situação econômica e política da Argentina segue desafiadora, com impactos diretos na estabilidade do governo de Javier Milei e no cotidiano da população.




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