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Justiça de Israel mantém presos ativistas da flotilha humanitária

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Justiça de Israel mantém presos ativistas da flotilha humanitária

A Justiça de Israel rejeitou o recurso contra a prisão dos ativistas Thiago Ávila e Saif Abukeshek, mantendo-os detidos até domingo pela manhã. A decisão ocorreu sem apresentação de provas, em meio a acusações de maus-tratos e críticas internacionais sobre a criminalização da ajuda humanitária a Gaza.


Thiago Ávila, brasileiro, e Saif Abukeshek, palestino-espanhol, foram presos após a interceptação da flotilha que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza em águas internacionais. Defensores dos ativistas relatam que eles sofreram tortura, espancamento e violência psicológica durante a detenção em Israel.


A decisão judicial de estender a prisão sem provas foi criticada como uma demonstração de cumplicidade judicial, parte de um esforço do governo israelense para criminalizar atos de solidariedade ao povo palestino em Gaza. O porta-voz das Nações Unidas para Direitos Humanos pediu a soltura dos ativistas e investigação dos maus-tratos.


Enquanto Thiago Ávila segue preso, sua mãe, Teresa Regina de Ávila e Silva, faleceu em Brasília aos 63 anos. A causa da morte não foi divulgada, e o falecimento foi confirmado pelo Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal, do qual sua irmã é vice-presidente.


O caso dos ativistas segue em andamento com a detenção mantida até domingo e pedidos internacionais por investigação e liberdade.




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