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Mercado do boi gordo inicia maio com ritmo lento e queda pontual de preços

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Mercado do boi gordo inicia maio com ritmo lento e queda pontual de preços

O mercado do boi gordo começou o mês de maio com baixa liquidez e postura cautelosa entre compradores e vendedores, refletindo um cenário de ajuste entre oferta e demanda. Em importantes praças pecuárias, como Rio Verde, Cáceres e Sorriso, a estratégia predominante foi de cautela, com muitas indústrias aguardando maior definição antes de abrir preços. Em Dourados, houve recuo pontual de R$ 5 na arroba, com negócios entre R$ 340 e R$ 350 e escalas de abate variando de 7 a 11 dias.


Em Rondônia, frigoríficos pressionam por preços menores, enquanto pecuaristas seguram a oferta para sustentar as cotações, com negócios entre R$ 325 e R$ 330 para o boi macho. Em Cuiabá, parte das indústrias prioriza fêmeas, que são negociadas entre R$ 320 e R$ 325, enquanto o boi gordo permanece na faixa de R$ 350.


No Norte de Minas, a estiagem e as altas temperaturas causam queda na qualidade das pastagens, aumentando a oferta de animais e ampliando as escalas de abate para até 12 dias. Já no Rio Grande do Sul, as chuvas recentes mantêm as pastagens e limitam a oferta, com escalas curtas de até quatro dias e preços entre R$ 22,63 e R$ 25,30 por quilo de carcaça.


No atacado da carne bovina, especialmente na Grande São Paulo, o consumo enfraquece devido à dificuldade do consumidor final em acompanhar os preços, resultando em leve queda de 0,11% na carcaça casada do boi, negociada em média a R$ 25,52 o quilo à vista.


O início de maio indica um mercado em ajuste, com agentes testando preços e avaliando o comportamento das pastagens e do consumo, exigindo atenção redobrada para o equilíbrio entre oferta e demanda nos próximos dias.




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