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Justiça proíbe presos em viaturas e cita crise no presídio de Caxias do Sul

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Justiça proíbe presos em viaturas e cita crise no presídio de Caxias do Sul

Decisão judicial determina que presos não permaneçam em delegacias, viaturas ou locais inadequados por tempo superior ao necessário no Rio Grande do Sul. A Justiça do Rio Grande do Sul proibiu a manutenção de pessoas presas em delegacias de polícia, viaturas ou outros locais inadequados por tempo superior ao necessário para registro do flagrante ou comunicação do cumprimento de mandado. A decisão vale para todo o território gaúcho e determina o encaminhamento imediato dos presos a estabelecimentos penais compatíveis.


O juiz José Antônio Coitinho, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, proferiu a sentença em ação civil pública. Além da proibição, o Estado terá prazo para apresentar um plano detalhado sobre o sistema prisional gaúcho, incluindo diagnóstico do déficit de vagas, cronograma de construção e reforma de unidades prisionais, metas anuais, plano de alocação de pessoal e medidas para adequar presídios a padrões mínimos de salubridade, higiene e segurança.


A decisão destaca que a permanência prolongada de presos em viaturas e celas de delegacias é um problema grave, persistente e de caráter sistêmico, endêmico e progressivo no Rio Grande do Sul. A situação, antes concentrada na Região Metropolitana, também vem sendo registrada no Interior, com menção direta à região de Caxias do Sul.


Há cerca de um mês, a Justiça proibiu novos ingressos no Presídio Regional de Caxias do Sul e estabeleceu prazo para apresentação de um plano de redução da população carcerária. A medida visa garantir melhores condições para os presos e promover melhorias no sistema prisional do Rio Grande do Sul.




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