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Estudo indica que aspirina pode reduzir em 50% risco de recidiva do câncer colorretal com mutação PIK3CA

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Estudo indica que aspirina pode reduzir em 50% risco de recidiva do câncer colorretal com mutação PIK3CA

O estudo ALASCCA avaliou pacientes com câncer colorretal em estágios iniciais (um a três), que foram tratados com cirurgia, radioterapia e quimioterapia pós-operatória. A pesquisa investigou o uso da aspirina após essa fase inicial do tratamento.


A mutação PIK3CA, presente em cerca de 37% dos pacientes com câncer colorretal, foi o foco principal do estudo. O uso diário de aspirina reduziu em 50% o risco de recidiva da doença nesses pacientes.


A aspirina foi administrada na dose de 160 mg por dia durante três anos, equivalente a dois comprimidos de 81 mg, considerados de baixa dose e disponíveis comercialmente.


O estudo foi randomizado, duplo-cego, controlado por placebo e realizado em centros de países nórdicos. Os resultados associam medicina de precisão a uma intervenção de baixo custo e fácil acesso.


Especialistas alertam que o benefício da aspirina está restrito ao câncer colorretal localizado com a mutação PIK3CA, e que o acesso ao teste molecular para identificar essa mutação é um obstáculo devido ao custo.


Apesar dos resultados promissores, o uso da aspirina exige cautela por causa dos riscos de efeitos colaterais, como sangramentos e complicações gastrointestinais, e não há consenso para indicação ampla na população geral.




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