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MP de Goiás abre inquérito para investigar uso de presos em serviços particulares em Rio Verde

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MP de Goiás abre inquérito para investigar uso de presos em serviços particulares em Rio Verde

O inquérito civil foi aberto para investigar Adalto Nunes de Souza Júnior, ex-diretor da antiga unidade prisional do semiaberto de Rio Verde, acusado de solicitar que dois presos fossem retirados da unidade e levados à sua residência para prestação de serviços particulares, utilizando a viatura da unidade.


Além de Adalto, Thiago Nunes de Souza também está incluído na apuração, que investiga possíveis transgressões disciplinares, como uso do cargo para obter proveito pessoal ilícito e suspeita de corrupção passiva.


A denúncia não especifica quais serviços foram realizados pelos internos, e o caso teria ocorrido em 2021.


Em 2021, o Grupo Especial de Repressão a Crimes Patrimoniais (Geapatri) de Rio Verde cumpriu mandados de busca e apreensão relacionados ao caso, recolhendo livros, prontuários de frequência de reeducandos do regime semiaberto e um aparelho celular de um servidor público.


O episódio já havia sido alvo de apuração interna na antiga Diretoria-Geral de Administração Penitenciária, onde os envolvidos foram absolvidos no processo administrativo disciplinar (PAD). Contudo, uma decisão judicial declarou a nulidade do PAD, permitindo o aprofundamento das investigações na esfera cível.


A Polícia Penal de Goiás informou que não divulga resultados de apurações internas por respeito aos preceitos legais e que cumpriu a decisão judicial que determinou o arquivamento do PAD.




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