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Cotas nas universidades elevam taxa de conclusão

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Cotas nas universidades elevam taxa de conclusão

Dados do Censo da Educação Superior de 2024 mostram que estudantes cotistas têm maior taxa de conclusão em universidades federais. A política de cotas ampliou o acesso e contribui para o comprometimento acadêmico desses alunos.


O levantamento do Inep revelou que 49% dos alunos ingressantes por cotas em universidades federais e instituições federais de educação profissional, científica e tecnológica concluíram a graduação. Esse índice é superior aos 42% de conclusão registrados entre os demais estudantes, indicando que a política de cotas não compromete a qualidade do ensino.


Viviane Soranso, coordenadora do programa de Lideranças Negras e Oportunidades de Acesso da Fundação Tide Setubal, destaca que as cotas funcionam como incentivo para os estudantes. Ela ressalta que a política não se limita ao acesso, mas também reconhece trajetórias historicamente excluídas e amplia as oportunidades para esses alunos.


Essa motivação reflete em desempenho acadêmico positivo e maior permanência nas instituições, contrariando a ideia equivocada de que as cotas prejudicam a qualidade do ensino. Em 2023, a Lei de Cotas foi ampliada para incluir famílias com renda de até um salário mínimo por pessoa e criou uma cota específica para quilombolas. Essas mudanças reforçam o compromisso com a inclusão e a redução das desigualdades no acesso à educação superior.


Os dados confirmam que as políticas de cotas contribuem para a permanência e sucesso dos estudantes, promovendo maior equidade nas universidades brasileiras.




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