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Redução das chuvas em abril eleva risco de perda para culturas de segunda safra, diz Inmet

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Redução das chuvas em abril eleva risco de perda para culturas de segunda safra, diz Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para a redução das chuvas em abril no Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, o que pode impactar negativamente as culturas de segunda safra, como algodão, feijão e milho.


Com o início do outono, as áreas centrais do Brasil enfrentam a transição do período chuvoso para a seca, afetando diretamente as lavouras de segunda safra. O plantio dessas culturas foi atrasado em Estados como Goiás e Minas Gerais devido às chuvas no momento da semeadura, deixando as plantas em fases de maior demanda por água, o que aumenta a sensibilidade ao estresse hídrico.


Até o momento, o desenvolvimento das culturas tem sido favorecido por chuvas frequentes e temperaturas dentro da média. Contudo, a previsão indica uma redução das precipitações a partir da segunda quinzena de abril, especialmente em Goiás e Minas Gerais, onde o acumulado de chuvas deve ficar abaixo do histórico para o mês, enquanto as temperaturas permanecem elevadas entre 26ºC e 34ºC.


Esse cenário, caracterizado por baixos volumes de chuva, altas temperaturas e baixa umidade relativa, impõe restrições ao desenvolvimento do milho, feijão e algodão. No milho, o estresse hídrico pode comprometer a formação de espigas e o número de grãos. No feijão, pode causar redução da produtividade, e no algodão, a diminuição antecipada das chuvas tende a reduzir o número de maçãs por planta e o potencial produtivo das lavouras.


A situação requer atenção para mitigar os impactos da seca nas culturas de segunda safra durante o período crítico de desenvolvimento, especialmente nas regiões de Goiás e Minas Gerais.




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