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Trabalho doméstico formal mantém estabilidade com aumento salarial

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Trabalho doméstico formal mantém estabilidade com aumento salarial

O setor de trabalho doméstico formal registrou 1.302.792 vínculos ativos em 2025, número ligeiramente inferior ao de 2024. A remuneração média real aumentou de R$ 1.949,06 para R$ 2.047,92 no período, indicando estabilidade no emprego e crescimento nos salários.


A maioria dos trabalhadores domésticos se autodeclara branca (44,54%) ou parda (41,56%), com mulheres representando 88,64% dos vínculos. A ocupação mais comum é empregado doméstico nos serviços gerais, com 991.391 registros e remuneração média de R$ 1.952,44. Outras funções relevantes incluem babás, cuidadores de idosos e motoristas de carro de passeio, com remunerações médias que variam de R$ 2.098,67 a R$ 3.142,17.


O nível de escolaridade predominante é o ensino médio completo, com 545.468 trabalhadores, seguido pelo ensino fundamental incompleto e completo. A faixa etária mais representativa é de 50 a 59 anos, com 450.516 vínculos, seguida pelas faixas de 40 a 49 anos e de 30 a 39 anos. Esses dados refletem o perfil demográfico e educacional dos trabalhadores domésticos formais.


Os estados com maior número de vínculos são São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. No Nordeste, Bahia, Pernambuco e Ceará apresentam participação significativa, enquanto no Sul e Centro-Oeste, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás se destacam. As remunerações médias são mais elevadas no Sudeste e Sul, enquanto Norte e Nordeste registram valores inferiores, evidenciando desigualdades regionais no mercado de trabalho doméstico.


Esses dados mostram a importância do trabalho doméstico formal no Brasil e as diferenças salariais e regionais que marcam o setor.




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