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Governo eleva imposto do cigarro para compensar isenção em combustíveis; indústria do tabaco manifesta preocupação

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Governo eleva imposto do cigarro para compensar isenção em combustíveis; indústria do tabaco manifesta preocupação

O governo federal anunciou aumento do imposto sobre o cigarro, elevando o valor mínimo da carteira de R$ 6,50 para R$ 7,50, com o objetivo de compensar a perda de arrecadação decorrente da isenção de tributos sobre o biodiesel e o querosene de aviação.


A medida visa conter os efeitos da alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio. A equipe econômica estima arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão nos próximos dois meses com o aumento do IPI sobre o cigarro. A isenção de PIS/Cofins sobre o querosene de aviação deve reduzir o preço do combustível em aproximadamente R$ 0,07 por litro, com impacto fiscal estimado em R$ 100 milhões por mês.


O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) expressou preocupação com o aumento da carga tributária sobre o cigarro, ressaltando que dados históricos indicam que isso pode ampliar o mercado ilegal. O sindicato destaca que o mercado ilegal já representa parcela relevante do consumo no Brasil e é uma das principais fontes de financiamento do crime organizado, afetando a segurança pública, a arrecadação tributária e a concorrência leal.


O sindicato alerta que isso fortalece organizações criminosas, reduz a arrecadação e o controle do poder público sobre o setor, além de prejudicar o sistema integrado de produção, impactando negativamente as indústrias, importante elo da cadeia produtiva.


A iniciativa do governo busca equilibrar a receita pública diante da desoneração dos combustíveis, mas enfrenta resistência da indústria do tabaco devido aos riscos associados ao crescimento do mercado ilegal.




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