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Pesquisa revela que 29,4% dos adolescentes baianos sentem tristeza constante

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Pesquisa revela que 29,4% dos adolescentes baianos sentem tristeza constante

A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, realizada pelo IBGE em 2024, ouviu 118 mil estudantes brasileiros e revelou que 29,4% dos adolescentes baianos entre 13 e 17 anos afirmam sentir-se tristes na maioria das vezes ou sempre.


A Bahia ocupa o 12º lugar no país em prevalência de tristeza crônica entre estudantes, indicando uma crise de saúde mental nessa faixa etária.


Especialistas destacam que as redes sociais funcionam como gatilho ou amplificador da tristeza, devido à comparação constante com vidas idealizadas, o que gera baixa autoestima e frustração entre os adolescentes.


Além das redes sociais, fatores como violência, falta de acesso a espaços de lazer e cultura, dificuldades nas relações familiares, pressão escolar, bullying e insegurança quanto ao futuro contribuem para o quadro de tristeza persistente.


A psicóloga Alissa Oliveira alerta que a tristeza frequente pode evoluir para depressão e transtornos de ansiedade, manifestando-se também por irritabilidade, isolamento social, queda no rendimento escolar, alterações no sono e apetite, desinteresse por atividades e uso de álcool.


A tristeza crônica se diferencia da tristeza pontual por ser persistente, intensa e abrangente, comprometendo o funcionamento e o bem-estar dos adolescentes, o que exige atenção e acompanhamento profissional.




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