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Ministério Público do Rio de Janeiro trata episódios de antissemitismo como casos criminais

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Ministério Público do Rio de Janeiro trata episódios de antissemitismo como casos criminais

Dois episódios de antissemitismo ocorridos no Rio de Janeiro, na Lapa e no Leblon, passaram a ser investigados como casos criminais pelo Ministério Público do Estado. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro informou que acompanhará as investigações conduzidas pela Polícia Civil sobre as ocorrências. Um dos casos envolve o Bar Partisan, na Lapa, onde foi divulgada uma placa com a frase “Cidadãos dos EUA e de Israel não são bem-vindos”. A situação gerou reação imediata, resultando em multa aplicada pelo Procon Carioca ao estabelecimento por prática discriminatória.


O Bar Partisan declarou que não houve proibição de entrada por nacionalidade e que nenhum grupo religioso ou étnico foi alvo de restrição. A denúncia também mobilizou parlamentares e levou ao registro de boletim de ocorrência que será anexado à notícia-crime.


O A chef Monique Benoliel relatou que o dono do estabelecimento teria afirmado que não venderia mais produtos judaicos por estar “cansado dos judeus”. A família responsável pela loja negou discriminação, alegando que houve um mal-entendido e que a decisão de retirar certos produtos se deve a dificuldades de armazenamento e comercialização.


O presidente da Frente Parlamentar de Combate ao Antissemitismo do Rio informou que apresentará queixa contra os dois estabelecimentos na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, ressaltando que os episódios ultrapassam alegações de mal-entendido e exigem resposta formal das autoridades.


As investigações continuam em andamento para apurar os fatos e garantir a responsabilização adequada.




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