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Audiência de conciliação pode marcar fim de conflito territorial entre Goiás e Tocantins

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Audiência de conciliação pode marcar fim de conflito territorial entre Goiás e Tocantins

A audiência de conciliação foi marcada para as 14h em Brasília, a pedido da Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO) e acolhida pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Ação Cível Originária (ACO).


A PGE-GO solicitou que Tocantins desocupe a área de aproximadamente 129,9 mil hectares localizada no município de Cavalcante, conhecida como Quilombola Kalunga dos Morros.


O procurador-geral do Estado, Rafael Arruda, explicou que o impasse decorre de um erro topográfico e de toponímia do Serviço Geográfico do Exército, que confundiu o Rio da Prata com o Córrego Ouro Fino, causando divergência na linha divisória entre os estados.


Durante visita técnica em 27 de março, a comitiva da PGE-GO ouviu moradores e lideranças locais que demonstraram dúvidas e insegurança sobre a definição do território. As informações coletadas vão subsidiar o relatório técnico para a audiência.


O prefeito de Cavalcante, Vilmar Kalunga (PSB), afirmou que toda a assistência aos moradores vem do Estado de Goiás, enquanto Tocantins não oferece apoio. Ele acredita que o interesse do Tocantins na área está ligado ao turismo e à exploração de minério.


Vilmar Kalunga destacou o sentimento de pertencimento da população ao Estado de Goiás e espera que o STF considere esse aspecto durante a audiência de conciliação.




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