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Rota do dinheiro: onde estão os bilhões que o Banco Master tenta esconder?

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Rota do dinheiro: onde estão os bilhões que o Banco Master tenta esconder?

A liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central em 18 de novembro, desencadeou investigações para rastrear bilhões de reais movimentados pela instituição, que causaram perdas ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), fundos de pensão estaduais e finanças de um banco estatal.


Um levantamento organizado a partir de dados públicos da Polícia Federal e do Ministério Público Federal revelou que cerca de R$ 71,4 bilhões entraram nos cofres ligados ao banco e ao seu dono, Daniel Vorcaro, enquanto aproximadamente R$ 8,79 bilhões tiveram destinos identificados como saídas.


As saídas estão distribuídas principalmente em ativos, que somam R$ 3,85 bilhões (43,8%), outros pagamentos com R$ 2,37 bilhões (27%), investimentos em imóveis com R$ 1,34 bilhão (15,3%), honorários de cerca de R$ 580 milhões (6,6%) e compra de aeronaves que totalizam R$ 553 milhões (6,3%).


Daniel Vorcaro é o principal beneficiário individual, com mais de R$ 3,6 bilhões em saídas rastreadas, além de valores direcionados a familiares e terceiros ligados ao caso.


Entre os gastos considerados irrecuperáveis estão a compra de um iate e três jatos executivos avaliados em cerca de R$ 1,1 bilhão, imóveis em Miami que somam R$ 478,6 milhões, uma festa de noivado estimada em R$ 195,6 milhões, uma comemoração de 15 anos de R$ 15 milhões e uma degustação de uísque avaliada em R$ 3,3 milhões.


A defesa de Daniel Vorcaro não se manifestou sobre os dados apresentados, que foram organizados para evitar duplicidades e podem estar vinculados a estruturas mais amplas relacionadas ao sistema Master, ampliando o alcance das investigações.




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