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Construção a seco avança em Goiás, mas ainda enfrenta resistência cultural, avalia Sinduscon-GO

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Construção a seco avança em Goiás, mas ainda enfrenta resistência cultural, avalia Sinduscon-GO

O Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO) aponta que a construção a seco deixou de ser apenas uma tendência e já integra o cotidiano do setor, com avanço consistente nos últimos anos.


O método substitui tijolos e argamassa por estruturas de aço galvanizado e painéis pré-fabricados, reduzindo o tempo de execução das obras em até três vezes, o que é estratégico em um mercado aquecido, como o de Goiânia, onde o metro quadrado valorizou mais de 13% entre 2024 e 2025.


Enquanto a construção tradicional pode ter desperdício de materiais de até 20%, a construção a seco apresenta índice em torno de 1%, além de reduzir em até 90% o consumo de água e gerar menos resíduos, configurando uma alternativa mais sustentável.


O Sinduscon-GO destaca que o principal ganho econômico está na eficiência global do processo construtivo, com redução de prazos, desperdício, retrabalho e custos indiretos, além de maior previsibilidade que melhora a produtividade e o uso do capital.


Apesar dos avanços, a adoção da construção a seco ainda enfrenta resistência cultural de parte do mercado, com empresas e consumidores mais identificados com métodos convencionais, e o desafio da qualificação da mão de obra especializada permanece.


A expectativa é de crescimento contínuo da construção a seco no mercado imobiliário goiano, principalmente por meio de modelos híbridos que combinam soluções industrializadas com métodos tradicionais, buscando mais produtividade, menos desperdício e melhor desempenho econômico.




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