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Presidente do TJ-GO e vereador podem assumir sucessão em Goiás e Goiânia devido às eleições

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Presidente do TJ-GO e vereador podem assumir sucessão em Goiás e Goiânia devido às eleições

O governador Ronaldo Caiado (PSD) renunciou para disputar as eleições, e o vice Daniel Vilela (MDB) assumiu o governo de Goiás em 31 de maio. Caso Vilela se ausente, o presidente da Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto (UB), é o próximo na linha sucessória, mas sua candidatura a deputado federal pode torná-lo inelegível se assumir o cargo executivo nos seis meses antes da eleição.


Devido à possibilidade de inelegibilidade, Bruno Peixoto pode optar por não assumir o governo. Assim, o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, Leandro Crispim, seria o próximo na linha sucessória estadual. A Constituição do Estado não prevê substituto direto após ele, o que exigiria medidas para garantir o funcionamento do governo sem convocar eleições imediatas.


Em Goiânia, a vice-prefeita Coronel Cláudia Lira (Avante) também é pré-candidata a deputada federal e não pode assumir o Executivo municipal nos seis meses antes das eleições. O presidente da Câmara Municipal, Romário Policarpo (Avante), que deve disputar deputado estadual, é o próximo na linha sucessória, mas sua candidatura também o impede de assumir.


Na ausência do prefeito Sandro Mabel e do vice-prefeito, o vereador Anselmo Pereira, 1º vice-presidente da Câmara Municipal, assumiria a prefeitura. A Lei Orgânica do Município determina que, em caso de impedimento do prefeito e vice, o presidente e o vice-presidente da Câmara são chamados sucessivamente para exercer o Poder Executivo.




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