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Brasil está mais preparado para volatilidade do petróleo, diz presidente do Banco Central

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Brasil está mais preparado para volatilidade do petróleo, diz presidente do Banco Central

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que o Brasil está em uma posição mais favorável para enfrentar a volatilidade do preço do petróleo causada pela guerra no Oriente Médio.


Galípolo destacou que o Brasil exporta mais petróleo do que importa e mantém uma política monetária contracionista, com a taxa Selic em 14,75% ao ano. Esses fatores colocam o país em uma situação mais vantajosa em comparação a outros países, que estão próximos de uma taxa de juros neutra.


O presidente do Banco Central afirmou que o nível elevado dos juros criou uma 'gordura' que permitirá cortar a taxa básica mesmo diante da pressão causada pela guerra no Oriente Médio. Essa margem de segurança possibilitou ao Banco Central iniciar um ciclo de calibragem da política monetária sem alterar a conjuntura geral.


Galípolo ainda comparou o Brasil a um 'transatlântico', indicando que o país não fará movimentos bruscos na política econômica. Ele ressaltou que essa estratégia permite ganhar tempo para analisar e entender melhor os impactos da situação internacional.


Sobre a inflação, o presidente do Banco Central projetou que a volatilidade do preço do petróleo deve causar aumento nos preços e desaceleração da economia brasileira em 2026. Ele explicou que o atual aumento do petróleo decorre de um choque de oferta, diferente de elevações anteriores que resultavam de aumento da demanda.


O Banco Central mantém cautela diante dos riscos externos, utilizando a política monetária para equilibrar os efeitos da volatilidade internacional no cenário econômico do Brasil.




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