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Leilão de repactuação do Aeroporto do Galeão acontece com lance mínimo de R$ 932 milhões

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Leilão de repactuação do Aeroporto do Galeão acontece com lance mínimo de R$ 932 milhões

O Aeroporto Internacional Tom Jobim, conhecido como Galeão, terá a concessão repactuada em leilão realizado na sede da B3, em São Paulo, com lance mínimo fixado em R$ 932 milhões. Três grupos apresentaram propostas para a operação do Galeão: a atual operadora RIOgaleão, formada por Changi e Vinci, além das empresas espanholas Aena e suíça Zurich Airport. O leilão marca a saída da Infraero, que atualmente possui 49% da sociedade, e o vencedor assumirá 100% da operação do aeroporto até 2039, dentro de um modelo de venda assistida criado após a repactuação do contrato.


O novo contrato modifica aspectos centrais da concessão. O modelo de pagamento fixo foi substituído por uma contribuição variável anual de 20% sobre o faturamento bruto. A exigência de construção de uma terceira pista foi retirada, devido à incompatibilidade com a demanda atual e à necessidade de reequilibrar o contrato. Também foi incluído um mecanismo de compensação financeira relacionado aos limites operacionais do aeroporto Santos Dumont, para preservar a função do Galeão como hub internacional do Rio de Janeiro.


O leilão ocorre em um momento de crescimento do Galeão, que fechou 2025 com 17,5 milhões de passageiros, um aumento de 23,5% em relação a 2024, alcançando recorde histórico. Apesar disso, o aeroporto ainda opera abaixo da capacidade anual estimada em cerca de 30 milhões de usuários, indicando espaço para expansão.


A expectativa é que o Governo Federal arrecade até R$ 1,5 bilhão com a nova outorga da concessão do Aeroporto Internacional Tom Jobim.




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